“A elegância do ouriço” de Muriel Barbery

É até arriscado falar tão bem de um livro em que li apenas as 10 primeiras páginas, mas acho que não devo me arrepender. Ele já está na minha “listinha” de livros a serem lidos há no mínimo 1 ano, e agora finalmente consegui começar a leitura (devo demorar a terminar, neste ritmo lento em que vou devido à “síndrome da falta de tempo”, esse mal atual).

O fato é que, nossassenhora!, o livro parece falar tudo o que eu gostaria de dizer… Me identifiquei demais, é excelente! Acho que nem vou perder tempo explicando sobre o que ele diz, vale mais à pena deixar um trecho, pra quem tiver curiosidade buscar pela net mais informações ou comprar o livro. Aí vai:

Capa do livro (versão em português)

“Aparentemente, de vez em quando os adultos têm tempo de sentar e contemplar o desastre que é a vida deles. Então se lamentam sem compreender e, como moscas sempre batem na mesma vidraça, se agitam, sofrem, definham, se deprimem e se interrogam sobre a engrenagem que os levou ali aonde não queriam ir. (…) O fato é que são como os outros, são crianças que não entendem o que lhes aconteceu e bancam os durões quando na verdade têm vontade de chorar.

(…)

(…) Fico pensando se não seria mais simples ensinar desde o início às crianças que a vida é absurda.(…)”

A elegância do ouriço, Pensamento profundo nº1, páginas 19 e 20

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