O Espírito das coisas

A árvore respirava no mesmo ritmo do vento.

Levemente movimentavam-se os galhos, bailando de um lado ao outro.

Estava florida de rosa.

As abelhas, tão diminutas frente ao gigante verde, dançavam um balé esvoaçante no entorno das flores.

Os pequeninos seres todos ali, em comunhão, contribuindo para o futuro: deles e da planta.

Há um universo imenso em cada coisa. Há um espírito invisível que permeia tudo.

(Não creio que seja deus, mas algo maior que todos nós, “indizível”, ininteligível: um sentir que apazígua e completa, apenas. A certeza de continuidade, apesar de nós.)

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