Transgênicos: O que sabemos até agora

Há tempos estou para escrever este texto sobre organismos transgênicos, pensando em contribuir com um pouco de visão científica crítica sobre o tema. Procurei embasar as ideias e fatos com referências, mas já deixo aqui no início um pedido, para aqueles que perceberem que algo não foi contemplado a contento nos ajudarem a melhorar com mais ideias e referências. Também tentei incluir links em português, mas como a maior parte das publicações científicas e debates são em inglês, muitas vezes não foi possível.

O artigo foi dividido da seguinte forma:

1 – Introdução

2 – O que é um organismo transgênico?

3 – Como é produzido um transgênico?

4 – Objetivos e aplicações da transgenia.

5 – Controvérsias sobre os transgênicos.

6 – Considerações Finais.

(Clique nos números das páginas abaixo para ler cada item do artigo)

9 pensamentos sobre “Transgênicos: O que sabemos até agora

  1. Para continuar a discussão sobre organismos geneticamente modificados:

    “Acho que, nesse momento e já com atrasos, o que precisamos é uma conscientização científica sem precedentes.

    Como falou profeticamente Carl Sagan, vivemos em um mundo cada vez mais dependente de ciência e tecnologia e, paradoxalmente, cada vez menos gente entende realmente como funciona ciência e tecnologia.

    A biologia sintética é um divisor de águas como a agricultura, o fogo, a imprensa e a internet.

    Eu particularmente considero que os cientistas não possuem todas as competências e não conhecem todos os ângulos da existência humana para decidir sobre o que fazer em um caso como esses, que é sem precedentes em nossa história, e que vai acontecer cada vez mais em esferas que nem imaginamos, tais como o gerenciamento de ecossistemas inteiros.

    A sociedade inteira tem que saber do poder (e, consequentemente, das possíveis consequências) das tecnologias de edição de genomas, as quais nos permitem, já nos dias de hoje, modificar sistemas biológicos (inclusive os pensantes) de maneiras próximas da ficção científica.”

    http://palpitomica.blogspot.com.br/2015/10/a-biologia-sintetica-encontra-medicina.html

  2. Sobre o uso de agrotóxicos no Brasil:

    “Para Wanderlei Pignati, professor de Medicina da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), a lentidão desse processo ocorre porque há uma forte pressão de setores interessados na comercialização dessas substâncias. “As empresas querem fazer acordo, mas não deveria caber recurso”, diz. “Queremos proibir todos os [agrotóxicos] que são proibidos na União Europeia”, afirma. “Por que aqui são consumidos livremente? Somos mais fortes que eles e podemos aguentar, por acaso?”.”

    http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/03/politica/1457029491_740118.html?id_externo_rsoc=FB_CM

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